A semana que se encerra foi rica em demonstrações de que o governo implantado pela via do golpe judiciário não sabe distinguir o que é público do que é privado, dentro da mais atrasada visão patrimonialista. Ao lado disso, o que se vê é a apropriação, pelos novos ocupantes do Palácio dos Leões, de conquistas alcançadas pelo meu governo, dentro da visão que seguimos de conciliar, de forma responsável e em discussão com a população, a dicotomia “implantação de empreendimentos econômicos” e “sustentabilidade ambiental”.
A resposta correta a essa dicotomia é o grande desafio do gestor público do século XXI. Se, por um lado, não é possível e aceitável a gestão pública prescindir de uma ação firme na construção do cenário ambiental sustentável para as gerações futuras, por outro lado, é irresponsável e omisso não promover as condições necessárias à sociedade contemporânea para que desenvolva as atividades econômicas capazes de gerar componentes de melhoria de vida, nas dimensões de renda, educação e saúde.
Foi consciente dessa realidade, que o nosso governo realizou o maior programa de atração de investimentos estruturantes no Estado do Maranhão, possibilitado dentre outros componentes, pelo baixo risco reconhecido pelos investidores no direcionamento dos seus investimentos para o território maranhense.
É sabido que duas motivações principais fomentam decisões de investimento: viabilidade econômica e baixo risco de insucesso na obtenção de fluxos futuros de retorno desse investimento, sendo este último determinado de modo significativo pelo componente político e regulatório.
Ter ciência de que o capital investido convive em ambiente de seriedade política e normalidade institucional é decisivo para o investidor e foi exatamente o reconhecimento dessas condições que fez do Maranhão o Estado escolhido para investimentos do porte da Termelétrica Porto do Itaqui, da Comanche Clean Energy (etanol), do Eisa – Estaleiro Ilha, da Suzano Papel e Celulose, da Notaro Alimentos (avicultura) que importam investimentos diretos da ordem de R$ 4 bilhões.
Isso sem falar da Refinaria Premium, cuja implantação no município de Bacabeira começa a acontecer dentro de poucos meses e que, somente ela, exigirá investimentos de 20 bilhões de dólares (o equivalente a R$ 38 bilhões)
Para que esses investimentos cumpram seus objetivos além das motivações empresariais, consubstanciados pelos acréscimos de melhoria de vida da população, é imprescindível gestão pública transparente e séria na defesa dos benefícios que estes investimentos trarão à sociedade.
Desse modo, a população deve estar mobilizada para exigir transparência dos gestores, através de mecanismos que tornem visíveis os atos administrativos, pois este é um direito constitucional do cidadão.
Não é possível permitir que o Maranhão volte ao estágio patrimonialista da gestão pública, quando a riqueza do estado se confundia com a do gestor. A população já experimentou outro tipo de gestão pública e não pretende perder o fio da História.
Doa a quem doer! Este Blog tem a finalidade de forma seria levar ao conhecimento de todos a verdadeira face da nossa cidade, do nosso estado e do Brasil, para assim somarmos forças e juntos nos libertarmos dos políticos corruptos que teimam em permanecer instalados no Maranhão e em Brasília.Xô!!!! ROBERTO HILLEY
domingo, 14 de junho de 2009
Palavra de Jackson
Retomar o fio da História
A semana que se encerra foi rica em demonstrações de que o governo implantado pela via do golpe judiciário não sabe distinguir o que é público do que é privado, dentro da mais atrasada visão patrimonialista. Ao lado disso, o que se vê é a apropriação, pelos novos ocupantes do Palácio dos Leões, de conquistas alcançadas pelo meu governo, dentro da visão que seguimos de conciliar, de forma responsável e em discussão com a população, a dicotomia “implantação de empreendimentos econômicos” e “sustentabilidade ambiental”.
A resposta correta a essa dicotomia é o grande desafio do gestor público do século XXI. Se, por um lado, não é possível e aceitável a gestão pública prescindir de uma ação firme na construção do cenário ambiental sustentável para as gerações futuras, por outro lado, é irresponsável e omisso não promover as condições necessárias à sociedade contemporânea para que desenvolva as atividades econômicas capazes de gerar componentes de melhoria de vida, nas dimensões de renda, educação e saúde.
Foi consciente dessa realidade, que o nosso governo realizou o maior programa de atração de investimentos estruturantes no Estado do Maranhão, possibilitado dentre outros componentes, pelo baixo risco reconhecido pelos investidores no direcionamento dos seus investimentos para o território maranhense.
É sabido que duas motivações principais fomentam decisões de investimento: viabilidade econômica e baixo risco de insucesso na obtenção de fluxos futuros de retorno desse investimento, sendo este último determinado de modo significativo pelo componente político e regulatório.
Ter ciência de que o capital investido convive em ambiente de seriedade política e normalidade institucional é decisivo para o investidor e foi exatamente o reconhecimento dessas condições que fez do Maranhão o Estado escolhido para investimentos do porte da Termelétrica Porto do Itaqui, da Comanche Clean Energy (etanol), do Eisa – Estaleiro Ilha, da Suzano Papel e Celulose, da Notaro Alimentos (avicultura) que importam investimentos diretos da ordem de R$ 4 bilhões.
Isso sem falar da Refinaria Premium, cuja implantação no município de Bacabeira começa a acontecer dentro de poucos meses e que, somente ela, exigirá investimentos de 20 bilhões de dólares (o equivalente a R$ 38 bilhões)
Para que esses investimentos cumpram seus objetivos além das motivações empresariais, consubstanciados pelos acréscimos de melhoria de vida da população, é imprescindível gestão pública transparente e séria na defesa dos benefícios que estes investimentos trarão à sociedade.
Desse modo, a população deve estar mobilizada para exigir transparência dos gestores, através de mecanismos que tornem visíveis os atos administrativos, pois este é um direito constitucional do cidadão.
Não é possível permitir que o Maranhão volte ao estágio patrimonialista da gestão pública, quando a riqueza do estado se confundia com a do gestor. A população já experimentou outro tipo de gestão pública e não pretende perder o fio da História.
A semana que se encerra foi rica em demonstrações de que o governo implantado pela via do golpe judiciário não sabe distinguir o que é público do que é privado, dentro da mais atrasada visão patrimonialista. Ao lado disso, o que se vê é a apropriação, pelos novos ocupantes do Palácio dos Leões, de conquistas alcançadas pelo meu governo, dentro da visão que seguimos de conciliar, de forma responsável e em discussão com a população, a dicotomia “implantação de empreendimentos econômicos” e “sustentabilidade ambiental”.
A resposta correta a essa dicotomia é o grande desafio do gestor público do século XXI. Se, por um lado, não é possível e aceitável a gestão pública prescindir de uma ação firme na construção do cenário ambiental sustentável para as gerações futuras, por outro lado, é irresponsável e omisso não promover as condições necessárias à sociedade contemporânea para que desenvolva as atividades econômicas capazes de gerar componentes de melhoria de vida, nas dimensões de renda, educação e saúde.
Foi consciente dessa realidade, que o nosso governo realizou o maior programa de atração de investimentos estruturantes no Estado do Maranhão, possibilitado dentre outros componentes, pelo baixo risco reconhecido pelos investidores no direcionamento dos seus investimentos para o território maranhense.
É sabido que duas motivações principais fomentam decisões de investimento: viabilidade econômica e baixo risco de insucesso na obtenção de fluxos futuros de retorno desse investimento, sendo este último determinado de modo significativo pelo componente político e regulatório.
Ter ciência de que o capital investido convive em ambiente de seriedade política e normalidade institucional é decisivo para o investidor e foi exatamente o reconhecimento dessas condições que fez do Maranhão o Estado escolhido para investimentos do porte da Termelétrica Porto do Itaqui, da Comanche Clean Energy (etanol), do Eisa – Estaleiro Ilha, da Suzano Papel e Celulose, da Notaro Alimentos (avicultura) que importam investimentos diretos da ordem de R$ 4 bilhões.
Isso sem falar da Refinaria Premium, cuja implantação no município de Bacabeira começa a acontecer dentro de poucos meses e que, somente ela, exigirá investimentos de 20 bilhões de dólares (o equivalente a R$ 38 bilhões)
Para que esses investimentos cumpram seus objetivos além das motivações empresariais, consubstanciados pelos acréscimos de melhoria de vida da população, é imprescindível gestão pública transparente e séria na defesa dos benefícios que estes investimentos trarão à sociedade.
Desse modo, a população deve estar mobilizada para exigir transparência dos gestores, através de mecanismos que tornem visíveis os atos administrativos, pois este é um direito constitucional do cidadão.
Não é possível permitir que o Maranhão volte ao estágio patrimonialista da gestão pública, quando a riqueza do estado se confundia com a do gestor. A população já experimentou outro tipo de gestão pública e não pretende perder o fio da História.
Drº Jackson se previne sabiamente
Assim que se faz. A precaução é uma grande arma. O grupo Sarney fará da criminalização da política um espetáculo midiático, com um único objetivo: como os marketeiros dos atuais ocupantes do Palácio dos Leões sabem que uma candidatura de Jackson para governador pode ser imbatível, os seus advogados tentarão, a todo custo, impedir essa candidatura, tornando-lhe inelegível e desgastando ao ponto de não poder ser candidato.
Aviso aos navegantes que 'gato escaldado tem medo de água fria, morna e principalmente quente'. Os advogados do Drº Jackson estão tomando as medidas preventivas cabíveis para impedir a montagem de tal farsa. Entre outras ações, os advogados de Dr Jackson Lago protocolaram , no dia 30 de abril, um pedido de um Habeas Corpus, no STF. O fato de se estranhar é que até a presente data ainda não foi deferido. Veja
Aviso aos navegantes que 'gato escaldado tem medo de água fria, morna e principalmente quente'. Os advogados do Drº Jackson estão tomando as medidas preventivas cabíveis para impedir a montagem de tal farsa. Entre outras ações, os advogados de Dr Jackson Lago protocolaram , no dia 30 de abril, um pedido de um Habeas Corpus, no STF. O fato de se estranhar é que até a presente data ainda não foi deferido. Veja
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Comissão especial ira analisar PEC dos Vereadores
O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), disse hoje (10) que vai criar uma comissão especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição dos Vereadores, caso essa proposta seja votada e aprovada no Senado.
O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), disse hoje (10) que vai criar uma comissão especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição dos Vereadores, caso essa proposta seja votada e aprovada no Senado.
"Se a PEC for aprovada lá, vou criar uma comissão especial e seguir o rito normal. Disseram que ela ia ser promulgada imediatamente, mas não. Ela tem de vir pra cá e tramitar", comentou.
A PEC será analisada pelo plenário do Senado ainda hoje. Ela impõe limites aos gastos das prefeituras com as câmaras municipais. Se aprovada, deverá gerar uma economia de R$ 1,4 bilhão. Por conta de uma emenda parlamentar, esse valor é menor do que o R$ 1,8 bilhão previsto inicialmente. (Da Agência Brasil)
"Se a PEC for aprovada lá, vou criar uma comissão especial e seguir o rito normal. Disseram que ela ia ser promulgada imediatamente, mas não. Ela tem de vir pra cá e tramitar", comentou.
A PEC será analisada pelo plenário do Senado ainda hoje. Ela impõe limites aos gastos das prefeituras com as câmaras municipais. Se aprovada, deverá gerar uma economia de R$ 1,4 bilhão. Por conta de uma emenda parlamentar, esse valor é menor do que o R$ 1,8 bilhão previsto inicialmente. (Da Agência Brasil)
O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), disse hoje (10) que vai criar uma comissão especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição dos Vereadores, caso essa proposta seja votada e aprovada no Senado.
"Se a PEC for aprovada lá, vou criar uma comissão especial e seguir o rito normal. Disseram que ela ia ser promulgada imediatamente, mas não. Ela tem de vir pra cá e tramitar", comentou.
A PEC será analisada pelo plenário do Senado ainda hoje. Ela impõe limites aos gastos das prefeituras com as câmaras municipais. Se aprovada, deverá gerar uma economia de R$ 1,4 bilhão. Por conta de uma emenda parlamentar, esse valor é menor do que o R$ 1,8 bilhão previsto inicialmente. (Da Agência Brasil)
"Se a PEC for aprovada lá, vou criar uma comissão especial e seguir o rito normal. Disseram que ela ia ser promulgada imediatamente, mas não. Ela tem de vir pra cá e tramitar", comentou.
A PEC será analisada pelo plenário do Senado ainda hoje. Ela impõe limites aos gastos das prefeituras com as câmaras municipais. Se aprovada, deverá gerar uma economia de R$ 1,4 bilhão. Por conta de uma emenda parlamentar, esse valor é menor do que o R$ 1,8 bilhão previsto inicialmente. (Da Agência Brasil)
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Sucesso: reunião da Frente de Libertação reúne várias lideranças em Pinheiro
O blog acaba de receber a informação de que a reunião da Frente de Libertação que acontece nesta manhã na cidade de Pinheiro é um grande sucesso de público, além de muito representativa.
Conversei por telefone com o presidente do PT, deputado Domingos Dutra, e o mesmo confirmou que o encontro superou as expectativas. “Quem apostou no fracasso da reunião dos partidos de oposição aqui na cidade de Pinheiro quebrou a cara. Estão aqui lideranças expressivas como o ex-governador José Reinaldo, ex-candidato a governador Edson Vidigal, o presidente da Assembleia Marcelo Tavares, os deputados federais Roberto Rocha, Carlos Brandão, Julião Amim, e também os deputados estaduais João Evangelista, Chico Leitoa, Edvaldo Holanda e Penaldon. Ou seja, estamos fazendo uma festa democrática na cidade de Zé Sarney, que aqui tem quase 100% de rejeição”, disse o animado Dutra.
Também encontram-se no evento os pinheirenses César Soares e Eri Castro. César Soares foi candidato a vereador nas eleições de 2008 pelo PT obtendo expressiva votação. Está desde sexta-feira passada em Pinheiro organizando o evento de hoje. “Considero essa reunição das oposições um dos acontecimentos políticos mais importante da baixada depois das eleições do ano passado. Além das principais lideranças dos partidos de oposição do Maranhão, várias lideranças locais vieram prestigiar o evento, como é o caso de Chico da Cerâmica, prefeito de Cajapió, Antônio Dias, prefeito de Bequimão, a ex-prefeita de Governador Nunes Freire, Dra. Regina, o ex-prefeito de São Bento Isac Dias, entre muitos vereadores e lideranças políticas da região”, comemora Soares.
Já o blogueiro e publicitário Eri Castro, lembra que Pinheiro é por natureza uma cidade “rebelde”, onde as oposições sempre tiveram boa votações eleitorais. “Assim como existe a Ilha Rebelde, que é São Luis, existe a princesa rebelde, que é a princesa da baixada, a cidade de Pinheiro. A representatividade do evento é fenomenal, pois além das principais lideranças estaduais, muitos companheiros da região vieram prestigiar o encontro da Frente de Libertação, como por exemplo, o padre Riço, que compõe a mesa dos convidados, o padre Domingos, da Diocese de Pinheiro, o ex-deputado Wilson Carvalho e o vereador pinheirense Ednildo. Antes do início do evento, a comitiva fez uma visita de cortesia a Dom Ricardo, arcebispo de Pinheiro”, assegura Eri, que também é o responsável pela organização do ‘lúdico’ para os convidados.
Daqui a pouco mais informações sobre o encontro da Frente de Libertação que está sendo realizado na baixada, na cidade de Pinheiro.
Conversei por telefone com o presidente do PT, deputado Domingos Dutra, e o mesmo confirmou que o encontro superou as expectativas. “Quem apostou no fracasso da reunião dos partidos de oposição aqui na cidade de Pinheiro quebrou a cara. Estão aqui lideranças expressivas como o ex-governador José Reinaldo, ex-candidato a governador Edson Vidigal, o presidente da Assembleia Marcelo Tavares, os deputados federais Roberto Rocha, Carlos Brandão, Julião Amim, e também os deputados estaduais João Evangelista, Chico Leitoa, Edvaldo Holanda e Penaldon. Ou seja, estamos fazendo uma festa democrática na cidade de Zé Sarney, que aqui tem quase 100% de rejeição”, disse o animado Dutra.
Também encontram-se no evento os pinheirenses César Soares e Eri Castro. César Soares foi candidato a vereador nas eleições de 2008 pelo PT obtendo expressiva votação. Está desde sexta-feira passada em Pinheiro organizando o evento de hoje. “Considero essa reunição das oposições um dos acontecimentos políticos mais importante da baixada depois das eleições do ano passado. Além das principais lideranças dos partidos de oposição do Maranhão, várias lideranças locais vieram prestigiar o evento, como é o caso de Chico da Cerâmica, prefeito de Cajapió, Antônio Dias, prefeito de Bequimão, a ex-prefeita de Governador Nunes Freire, Dra. Regina, o ex-prefeito de São Bento Isac Dias, entre muitos vereadores e lideranças políticas da região”, comemora Soares.
Já o blogueiro e publicitário Eri Castro, lembra que Pinheiro é por natureza uma cidade “rebelde”, onde as oposições sempre tiveram boa votações eleitorais. “Assim como existe a Ilha Rebelde, que é São Luis, existe a princesa rebelde, que é a princesa da baixada, a cidade de Pinheiro. A representatividade do evento é fenomenal, pois além das principais lideranças estaduais, muitos companheiros da região vieram prestigiar o encontro da Frente de Libertação, como por exemplo, o padre Riço, que compõe a mesa dos convidados, o padre Domingos, da Diocese de Pinheiro, o ex-deputado Wilson Carvalho e o vereador pinheirense Ednildo. Antes do início do evento, a comitiva fez uma visita de cortesia a Dom Ricardo, arcebispo de Pinheiro”, assegura Eri, que também é o responsável pela organização do ‘lúdico’ para os convidados.
Daqui a pouco mais informações sobre o encontro da Frente de Libertação que está sendo realizado na baixada, na cidade de Pinheiro.
Jackson Lago relembra: “Sarney é do PC, Partido da Cortiça”

Governador Jackson Lago
Depois de uma mais de hora e meia de um bom “batendo um papo” com o governador Jackson Lago (governador, sim, pois foi quem o povo elegeu) saí com a impressão de que o líder pedetista continua o mesmo homem e político decidido a ser ator protagonista da luta pela libertação do estado do Maramhão.
Estive diante de um cidadão simples, de hábitos simples. Fiel ao manequim ao melhor estilo Leonel Brizola, calça jeans e camisa manga longa em tom azul, o governador me recebeu no seu apartamento e conversamos de forma muito traquila e à vontade sobre o momento político pós-golpe, governo Roseana, governo Jackson e as perspectivas das oposições para 2010. Ao final do bate papo, pedi que o governador emitisse opinião sobre as principais lideranças oposicionaistas do Maranhão. Veja, a seguir, os principais pontos do “bate papo” com o governador Jackson Lago.
CASSAÇÃO
Confesso que cometi um erro de avaliação. Não achava que o Sarney teria a coragem de usurpar a vontade popular da forma como fez. Sabia que teria que enfrentá-lo na oposição com todo o poder que possui na República, mas quando percebemos que ele estaria disposto, a qualquer custo, patrocinar politicamente o golpe conta a vontade do povo, já era tarde.
O PODER DE SARNEY
O senador Sarney foi presidente do partido da ditadura. Foi por muito tempo homem de confiança da ditadura e lutou contra as diretas [eleições diretas para presidente]. Mas depois deu um megulho e apareceu como candidato a vice-presidente, das forças conservadoras, na chapa do saudoso Tranquedo Neves. O Tancredo falece e Sarney vira presidente do Brasil. A partir da sua ascensão à presidência da República, Sarney se fortalece e Maranhão perde. Sarney como presidente do Brasil foi a pior coisa que poderia acontecer para o Maranhão. Ou seja, um político que serviu à ditadura militar desde o começo, que comandou a Arena, foi presidente PDS e depois vira presidente do Brasil. Fez um governo fisiológico, distribuiu cargos nos três poderes. Em seguida vira senador por outro estado, presidente do Senado. Muitos acham que o Sarney possui apenas seis senadores, três do Maranhão e três do Amapá. Mas não, depois dos escândalos do Senado, sobretudo com a divulgação da existência de 181 diretorias, mostra que o Sarney tem muito mais do que seis senadores. Ele criou uma rede de relacionamento através de distribuição de cargos, que permite a gente supor que ele tem entre 20$ a 30% do Senado, daí, inclusive, a fragilidade do presidente Lula em relação a ele. Esse conjunto de fatores explica o seu poder. Alguém da política maranhense dise que o Sarney é do PC, mas não é o Partido Comunista não. É o Partido da Cortiça.
A cortiça que nunca afunda, sempre volta para cima. [essa frase teria sido dita pelo ex-governador, ex-oposicionista ao grupo Sarney e atual senador, Epitácio Cafeteira].
O GOVERNO JACKSON
Avançamos em muitos pontos. Descentralizamos a gestão pública em duas frentes importantes. Em primeiro lugar, institucionalemente, através dos convênios com os municípios, inclusive possibilitando que as cidades fizessem obras que por natureza seria do estado. Ou seja, fortalecemos a municipalidade através de repasses legais do meu governo.
Em segundo lugar, avançamos na descentalização política, ou seja, através da ‘fóruns populares”, onde a sociedade civil organizada participava das discussões das políticas governamentais, inclusive muitas das demandas populares foram contempladas no orçamento do Estado.
Contudo, não avançamos no sentido de trazer para dentro do governo as entidades populares. Queria ter feito com que os movimento populares e sociais estivessem mais próximos da estrutura do governamental, mas não consegui. Penso que falta uma cultura de gestão doutrinária no país, conforme os programas dos partidos.
Também construimos escolas e estradas em um número jamais visto na história do Maranhão e, diga-se de passagem, com recursos próprios, pois não tínhamos ajuda do governo federal.
RELAÇÃO COM OS ALIADOS
O nosso governo foi fruto da composição que ganhou as eleições do segundo em 2006. Tivemos que formar o governo segundo essa configuração de forças políticas. É difícil conciliar interesses tão divergentes, mas fizemos o possível para não deixar os nossos aliados sem terem as suas demandas políticas atendidas. Veja só, essa curta experiência no governo, curta por causa do golpe, fez eu me deparar com coisas que antes não conhecia. Por exemplo, vi companheiros se eleger pelo partido, tendo apoio do partido, virar deputado e depois querer falar grosso, cobrar do governo isso e aquilo, quando poderia era apontar caminhos, cooperar etc. [Nesse momento me recusei a perguntar ao governador sobre queme ele estava se referindo. Deixo aos analistas mais atenciosos descobrirem a "charada"].
GOVERNO ROSEANA SARNEY
O governo ilegítimo da senhora Roseana Sarney Murad trás de volta o centralismo administrativo. Essa agressão contra os municípios é a prova de que ela não respeita e não gosta da municipalidade. Sequestrou os recursos que o meu governo conveniou os municípios numa clara demonstração de que deseja ter os prefeitos mendigando, que cheguem com o pires na mão aos seus pés.
Outra coisa, não adianta querer depositar culpa em ninguém ou dizer que quem manda no governo é esse ou aquele secretário, ou mesmo no vice-governador. A senhora Roseana Sarney Murad é responsável por tudo o que acontece no seu governo.
FRENTE DE LIBERTAÇÃO DO MARANHAO
Tenho posição bem clara quanto à reedição de Frente de Libertação. Defendo desde já a unidade das oposições em torno de um único nome para enfrentar a oligarquia Sarney. Temos as pesquisas que podem ajudar na escolha do nome mais adequado para esse processo. Não podemos esquecer da importância da eleição para o Senado, onde o Sarney é forte. Não estarei no encontro de Pinheiro, por questões de saúde, mas reconheço a importâncias de movimentos dessa natureza. O ex-governador José Reinado me ligou, mas estou dedicando o meu tempa a minha saúde.
2010
Minha prioridade nesse momento é a minha saúde. Trabalhava de doze a quinze horas por dia e pouco preocupava com a minha saúde. Minha família chegou exigir que eu deixasse a política de vez. Mas eles sabem que nessa altura a minha vida não pertence a mim nem a eles, mas ao povo do Maranhão. A Clay, meus filhos, todos conviveram no ambiente político. Meu filho, Igor, estudou em Cuba, minhas filhas sempre foram militantes sociais, então é difícil deixar a política assim, principalmente depois da violência que a democracia maranhense sofreu. Ainda não sei como me apresentarei ao povo maranhense em 2010, aliás, nem sei se serei candidato a alguma coisa. O povo é quem decidirá, e as pesquisas científicas devem ser levadas em conta no processo de escolha dos nomes.
LIDERANÇAS DE OPOSIÇÃO
José Reinaldo - Desempenhou um papel fundamental ao romper com o grupo Sarney e somar com as oposições. É nome que está à disposição da luta contra o grupo Sarney.
Edson Vidigal - Também rompeu o Sarney e veio unir-se às oposições. Foi um aliado fundamental para ganharmos as eleiçõões no segundo turno das eleições de 2006.
Domingos Dutra - O companheiro Dutra nos surpreende a cada dia. Foi um baluate na defesa do governo democrático, um lutador incansável em defesa da nossa democracia. Tem uma vida inteira dedicada às causas populares e dos mais humildes.
João Castelo - Um parceiro político que desfruta de grande reconhecimento por parte da população maranhense. Deverá, com a sua experiência administrativa, fazer uma boa gestão frente à cidade de São Luis. Politicamente terá grande peso nas lutas futuras.
Flávio Dino - Um político novo que vem da magistratura. Está no seu primeiro mandato, é jovem. Tem pouco tempo na política, faz um bom mandato de deputado federal.
Roberto Rocha - Um jovem talentoso, competente e conhecedor do Maranhão. Está credenciado a postos mais importantes da política do estado no futuro. Um grande companheiro.
sábado, 6 de junho de 2009
Aeronáutica confirma localização e resgate de corpos de passageiros do Airbus A-330 da Air France
O coronel Jorge Amaral, subchefe de comunicação da FAB (Força Aérea Brasileira), confirmou hoje que foram localizados corpos de passageiros do Airbus A-330 da Air France, que desapareceu domingo após decolar do Rio com destino a Paris.
Marco Túlio Moreno, parente de uma das vítimas, informou à GloboNews que foram resgatados dois corpos, do sexo masculino, além de uma valise de couro e uma mochila da marca Taurus.
Três peritos e um papiloscopista (responsável por colher e analisar impressões digitais) da Polícia Federal integram a partir de hoje a força-tarefa em Pernambuco que investiga o acidente.
Reportagem publicada hoje pela Folha informa que uma mensagem automática enviada pelo Airbus, que caiu no mar domingo, mostra que o leme do avião, peça aerodinâmica essencial para o voo, quebrou.
A mensagem ocorreu no primeiro dos quatro minutos finais do AF 447, em que foram emitidos 24 alertas, indicando que um problema estrutural pode ter desencadeado o acidente com o avião que levava 228 pessoas.
Voo 447
O voo 447 da Air France desapareceu sobre o oceano Atlântico na noite de domingo (31). O avião decolou por volta das 19h do aeroporto Tom Jobim, no Rio, com destino a Paris e fez o último contato com o comando aéreo brasileiro por volta das 22h30 de domingo.
Jobim afirmou na terça-feira que o Airbus da Air France caiu a aproximadamente 400 milhas (740 km aproximadamente)O coronel Jorge Amaral, subchefe de comunicação da FAB (Força Aérea Brasileira), confirmou hoje que foram localizados corpos de passageiros do Airbus A-330 da Air France, que desapareceu domingo após decolar do Rio com destino a Paris.
Marco Túlio Moreno, parente de uma das vítimas, informou à GloboNews que foram resgatados dois corpos, do sexo masculino, além de uma valise de couro e uma mochila da marca Taurus.
Três peritos e um papiloscopista (responsável por colher e analisar impressões digitais) da Polícia Federal integram a partir de hoje a força-tarefa em Pernambuco que investiga o acidente.
Reportagem publicada hoje pela Folha informa que uma mensagem automática enviada pelo Airbus, que caiu no mar domingo, mostra que o leme do avião, peça aerodinâmica essencial para o voo, quebrou.
A mensagem ocorreu no primeiro dos quatro minutos finais do AF 447, em que foram emitidos 24 alertas, indicando que um problema estrutural pode ter desencadeado o acidente com o avião que levava 228 pessoas.
Voo 447
O voo 447 da Air France desapareceu sobre o oceano Atlântico na noite de domingo (31). O avião decolou por volta das 19h do aeroporto Tom Jobim, no Rio, com destino a Paris e fez o último contato com o comando aéreo brasileiro por volta das 22h30 de domingo.
Jobim afirmou na terça-feira que o Airbus da Air France caiu a aproximadamente 400 milhas (740 km aproximadamente) do arquipélago de Fernando de Noronha (PE).
Segundo ele, as buscas devem se concentrar sobre a caixa-preta, que pode estar situada em uma "profundidade que varia entre 2.000 e 3.000 metros" no oceano Atlântico. "A caixa-preta não boia. Teremos que fazer a busca. Estando em grande profundidade, haverá grande dificuldade para encontrá-la", disse.
Não há hipóteses claras sobre o que pode ter derrubado a aeronave, mas já há certeza de que o avião sofreu despressurização e uma pane elétrica, porque a aeronave enviou alerta automático do tipo durante o voo. Sabe-se também que a aeronave enfrentou forte turbulência. (Da Folha Online)
do arquipélago de Fernando de Noronha (PE).
Segundo ele, as buscas devem se concentrar sobre a caixa-preta, que pode estar situada em uma "profundidade que varia entre 2.000 e 3.000 metros" no oceano Atlântico. "A caixa-preta não boia. Teremos que fazer a busca. Estando em grande profundidade, haverá grande dificuldade para encontrá-la", disse.
Não há hipóteses claras sobre o que pode ter derrubado a aeronave, mas já há certeza de que o avião sofreu despressurização e uma pane elétrica, porque a aeronave enviou alerta automático do tipo durante o voo. Sabe-se também que a aeronave enfrentou forte turbulência. (Da Folha Online)
Marco Túlio Moreno, parente de uma das vítimas, informou à GloboNews que foram resgatados dois corpos, do sexo masculino, além de uma valise de couro e uma mochila da marca Taurus.
Três peritos e um papiloscopista (responsável por colher e analisar impressões digitais) da Polícia Federal integram a partir de hoje a força-tarefa em Pernambuco que investiga o acidente.
Reportagem publicada hoje pela Folha informa que uma mensagem automática enviada pelo Airbus, que caiu no mar domingo, mostra que o leme do avião, peça aerodinâmica essencial para o voo, quebrou.
A mensagem ocorreu no primeiro dos quatro minutos finais do AF 447, em que foram emitidos 24 alertas, indicando que um problema estrutural pode ter desencadeado o acidente com o avião que levava 228 pessoas.
Voo 447
O voo 447 da Air France desapareceu sobre o oceano Atlântico na noite de domingo (31). O avião decolou por volta das 19h do aeroporto Tom Jobim, no Rio, com destino a Paris e fez o último contato com o comando aéreo brasileiro por volta das 22h30 de domingo.
Jobim afirmou na terça-feira que o Airbus da Air France caiu a aproximadamente 400 milhas (740 km aproximadamente)O coronel Jorge Amaral, subchefe de comunicação da FAB (Força Aérea Brasileira), confirmou hoje que foram localizados corpos de passageiros do Airbus A-330 da Air France, que desapareceu domingo após decolar do Rio com destino a Paris.
Marco Túlio Moreno, parente de uma das vítimas, informou à GloboNews que foram resgatados dois corpos, do sexo masculino, além de uma valise de couro e uma mochila da marca Taurus.
Três peritos e um papiloscopista (responsável por colher e analisar impressões digitais) da Polícia Federal integram a partir de hoje a força-tarefa em Pernambuco que investiga o acidente.
Reportagem publicada hoje pela Folha informa que uma mensagem automática enviada pelo Airbus, que caiu no mar domingo, mostra que o leme do avião, peça aerodinâmica essencial para o voo, quebrou.
A mensagem ocorreu no primeiro dos quatro minutos finais do AF 447, em que foram emitidos 24 alertas, indicando que um problema estrutural pode ter desencadeado o acidente com o avião que levava 228 pessoas.
Voo 447
O voo 447 da Air France desapareceu sobre o oceano Atlântico na noite de domingo (31). O avião decolou por volta das 19h do aeroporto Tom Jobim, no Rio, com destino a Paris e fez o último contato com o comando aéreo brasileiro por volta das 22h30 de domingo.
Jobim afirmou na terça-feira que o Airbus da Air France caiu a aproximadamente 400 milhas (740 km aproximadamente) do arquipélago de Fernando de Noronha (PE).
Segundo ele, as buscas devem se concentrar sobre a caixa-preta, que pode estar situada em uma "profundidade que varia entre 2.000 e 3.000 metros" no oceano Atlântico. "A caixa-preta não boia. Teremos que fazer a busca. Estando em grande profundidade, haverá grande dificuldade para encontrá-la", disse.
Não há hipóteses claras sobre o que pode ter derrubado a aeronave, mas já há certeza de que o avião sofreu despressurização e uma pane elétrica, porque a aeronave enviou alerta automático do tipo durante o voo. Sabe-se também que a aeronave enfrentou forte turbulência. (Da Folha Online)
do arquipélago de Fernando de Noronha (PE).
Segundo ele, as buscas devem se concentrar sobre a caixa-preta, que pode estar situada em uma "profundidade que varia entre 2.000 e 3.000 metros" no oceano Atlântico. "A caixa-preta não boia. Teremos que fazer a busca. Estando em grande profundidade, haverá grande dificuldade para encontrá-la", disse.
Não há hipóteses claras sobre o que pode ter derrubado a aeronave, mas já há certeza de que o avião sofreu despressurização e uma pane elétrica, porque a aeronave enviou alerta automático do tipo durante o voo. Sabe-se também que a aeronave enfrentou forte turbulência. (Da Folha Online)
PMDB e PT lideram lista favorável a 3º mandato
Apesar da resistência declarada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dos principais líderes da base aliada à PEC (proposta de emenda constitucional) que permite o terceiro mandato, as bancadas do PMDB e do PT foram as que mais deram fôlego para o texto começar a tramitar na Câmara. Das 176 assinaturas reconhecidas pela Secretaria Geral da Mesa, 52 são de deputados do PMDB e outras 34 do PT. Dez deputados maranhenses estão entre os parlamentares favoráveis ao 3º mandato de Lula: Albérico Filho (PMDB), Domingos Dutra (PT), Flávio Dino (PCdoB), Julião Amin (PDT), Pedro Fernandes (PTB), Pedro Novais (PMDB), Sétimo Waquim (PMDB), Ribamar Alves (PSB), Washington Luiz (PT) e José Vieira (PR).
Entre os petistas, os apoios que mais chamam atenção são o do secretário-geral do partido, José Eduardo Cardozo (SP), e do ex-líder do partido na Câmara Luiz Sérgio (RJ). O atual líder do PT na Câmara, Cândido Vacarezza (SP), já afirmou que vai orientar a bancada para votar contra o texto.
Entre os peemedebistas não há nenhuma liderança. Também aderiram à matéria deputados do PSB, PDT, PC do B, PP, PTB, PTC, PR, PV, PSC, além do deputado Edmar Moreira - conhecido pelo escândalo do castelo avaliado em R$ 25 milhões - que está sem partido.
Da oposição, o único a manter a assinatura no texto foi o deputado Betinho Rosado (DEM-RN). Confira a lista dos deputados que apoiaram a chamada PEC do terceiro mandato.
1 ABELARDO CAMARINHA PSB SP
2 ADEMIR CAMILO PDT MG
3 ALBÉRICO FILHO PMDB MA
4 ALDO REBELO PCdoB SP
5 ALICE PORTUGAL PCdoB BA
6 ANDRE VARGAS PT PR
7 ANÍBAL GOMES PMDB CE
8 ANSELMO DE JESUS PT RO
9 ANTÔNIO ANDRADE PMDB MG
10 ANTONIO BULHÕES PMDB SP
11 ANTÔNIO CARLOS BIFFI PT MS
12 ANTONIO CRUZ PP MS
13 ARIOSTO HOLANDA PSB CE
14 ARMANDO ABÍLIO PTB PB
15 ARNALDO VIANNA PDT RJ
16 ARNON BEZERRA PTB CE
17 ASDRUBAL BENTES PMDB PA
18 ÁTILA LINS PMDB AM
19 ÁTILA LIRA PSB PI
20 AUGUSTO FARIAS PTB AL
21 BEL MESQUITA PMDB PA
22 BENEDITO DE LIRA PP AL
23 BERNARDO ARISTON PMDB RJ
24 BETINHO ROSADO DEM RN
25 CAPITÃO ASSUMÇÃO PSB ES
26 CARLOS ALBERTO CANUTO PMDB AL
27 CARLOS SANTANA PT RJ
28 CARLOS WILLIAN PTC MG
29 CARLOS ZARATTINI PT SP
30 CHARLES LUCENA PTB PE
31 CHICO DA PRINCESA PR PR
32 CHICO LOPES PCdoB CE
33 CIRO PEDROSA PV MG
34 COLBERT MARTINS PMDB BA
35 DAGOBERTO PDT MS
36 DALVA FIGUEIREDO PT AP
37 DAMIÃO FELICIANO PDT PB
38 DANIEL ALMEIDA PCdoB BA
39 DÉCIO LIMA PT SC
40 DOMINGOS DUTRA PT MA
41 DR. NECHAR PV SP
42 DR. TALMIR PV SP
43 EDIGAR MÃO BRANCA PV BA
44 EDIO LOPES PMDB RR
45 EDMAR MOREIRA sem partido MG
46 EDMILSON VALENTIM PCdoB RJ
47 EDSON DUARTE PV BA
48 EDUARDO LOPES PSB RJ
49 EDUARDO VALVERDE PT RO
50 ELIENE LIMA PP MT
51 ELISMAR PRADO PT MG
52 ENIO BACCI PDT RS
53 ERNANDES AMORIM PTB RO
54 EUDES XAVIER PT CE
55 EUGÊNIO RABELO PP CE
56 EUNÍCIO OLIVEIRA PMDB CE
57 EVANDRO MILHOMEN PCdoB AP
58 FÁBIO RAMALHO PV MG
59 FÁTIMA PELAES PMDB AP
60 FERNANDO CHIARELLI PDT SP
61 FERNANDO FERRO PT PE
62 FERNANDO MARRONI PT RS
63 FERNANDO NASCIMENTO PT PE
64 FILIPE PEREIRA PSC RJ
65 FLÁVIO BEZERRA PMDB CE
66 FLÁVIO DINO PCdoB MA
67 FRANCISCO ROSSI PMDB SP
68 GERALDO SIMÕES PT BA
69 GIOVANNI QUEIROZ PDT PA
70 GIVALDO CARIMBÃO PSB AL
71 GORETE PEREIRA PR CE
72 HOMERO PEREIRA PR MT
73 JACKSON BARRETO PMDB SE
74 JAIME MARTINS PR MG
75 JÔ MORAES PCdoB MG
76 JOÃO CARLOS BACELAR PR BA
77 JOÃO MAGALHÃES PMDB MG
78 JOÃO PAULO CUNHA PT SP
79 JOAQUIM BELTRÃO PMDB AL
80 JOSÉ AIRTON CIRILO PT CE
81 JOSÉ CHAVES PTB PE
82 JOSÉ EDMAR PR DF
83 JOSÉ EDUARDO CARDOZO PT SP
84 JOSÉ FERNANDO APARECIDO DE OLIVEIRA PV MG
85 JOSÉ GUIMARÃES PT CE
86 JOSÉ ROCHA PR BA
87 JOSÉ SANTANA DE VASCONCELLOS PR MG
88 JOSEPH BANDEIRA PT BA
89 JULIÃO AMIN PDT MA
90 JURANDIL JUAREZ PMDB AP
91 LÁZARO BOTELHO PP TO
92 LEANDRO VILELA PMDB GO
93 LEONARDO QUINTÃO PMDB MG
94 LINCOLN PORTELA PR MG
95 LINDOMAR GARÇON PV RO
96 LUCENIRA PIMENTEL PR AP
97 LUIZ ALBERTO PT BA
98 LUIZ BASSUMA PT BA
99 LUIZ BITTENCOURT PMDB GO
100 LUIZ CARLOS BUSATO PTB RS
101 LUIZ COUTO PT PB
102 LUIZ SÉRGIO PT RJ
103 MAGELA PT DF
104 MANOEL JUNIOR PSB PB
105 MANUELA D'ÁVILA PCdoB RS
106 MARCELO CASTRO PMDB PI
107 MARCELO MELO PMDB GO
108 MÁRCIO FRANÇA PSB SP
109 MÁRCIO MARINHO PR BA
110 MARCONDES GADELHA PSB PB
111 MARCOS LIMA PMDB MG
112 MARCOS MEDRADO PDT BA
113 MARIA LÚCIA CARDOSO PMDB MG
114 MÁRIO DE OLIVEIRA PSC MG
115 MÁRIO HERINGER PDT MG
116 MAURÍCIO QUINTELLA LESSA PR AL
117 MAURO BENEVIDES PMDB CE
118 MAURO LOPES PMDB MG
119 MENDES RIBEIRO FILHO PMDB RS
120 MILTON MONTI PR SP
121 MOISES AVELINO PMDB TO
122 NEILTON MULIM PR RJ
123 NELSON MARQUEZELLI PTB SP
124 NEUDO CAMPOS PP RR
125 NILSON MOURÃO PT AC
126 ODÍLIO BALBINOTTI PMDB PR
127 OLAVO CALHEIROS PMDB AL
128 OSMAR JÚNIOR PCdoB PI
129 OSVALDO BIOLCHI PMDB RS
130 OSVALDO REIS PMDB TO
131 PASTOR MANOEL FERREIRA PTB RJ
132 PASTOR PEDRO RIBEIRO PMDB CE
133 PAULO HENRIQUE LUSTOSA PMDB CE
134 PAULO PEREIRA DA SILVA PDT SP
135 PAULO PIAU PMDB MG
136 PAULO PIMENTA PT RS
137 PAULO ROBERTO PTB RS
138 PAULO ROCHA PT PA
139 PEDRO CHAVES PMDB GO
140 PEDRO EUGÊNIO PT PE
141 PEDRO FERNANDES PTB MA
142 PEDRO NOVAIS PMDB MA
143 PEDRO WILSON PT GO
144 PERPÉTUA ALMEIDA PCdoB AC
145 PROFESSOR SETIMO PMDB MA
146 RIBAMAR ALVES PSB MA
147 ROBERTO BRITTO PP BA
148 ROSE DE FREITAS PMDB ES
149 RUBENS OTONI PT GO
150 SABINO CASTELO BRANCO PTB AM
151 SEBASTIÃO BALA ROCHA PDT AP
152 SÉRGIO BRITO PDT BA
153 SÉRGIO MORAES PTB RS
154 SEVERIANO ALVES PDT BA
155 SILAS BRASILEIRO PMDB MG
156 SIMÃO SESSIM PP RJ
157 SOLANGE ALMEIDA PMDB RJ
158 TADEU FILIPPELLI PMDB DF
159 TATICO PTB GO
160 VALADARES FILHO PSB SE
161 VALTENIR PEREIRA PSB MT
162 VANESSA GRAZZIOTIN PCdoB AM
163 VELOSO PMDB BA
164 VICENTE ARRUDA PR CE
165 VICENTINHO PT SP
166 VILSON COVATTI PP RS
167 VIRGÍLIO GUIMARÃES PT MG
168 VITAL DO RÊGO FILHO PMDB PB
169 WASHINGTON LUIZ PT MA
170 WELLINGTON ROBERTO PR PB
171 WILSON BRAGA PMDB PB
172 WILSON SANTIAGO PMDB PB
173 WOLNEY QUEIROZ PDT PE
174 ZÉ GERARDO PMDB CE
175 ZÉ VIEIRA PR MA
176 ZEQUINHA MARINHO PMDB
Entre os petistas, os apoios que mais chamam atenção são o do secretário-geral do partido, José Eduardo Cardozo (SP), e do ex-líder do partido na Câmara Luiz Sérgio (RJ). O atual líder do PT na Câmara, Cândido Vacarezza (SP), já afirmou que vai orientar a bancada para votar contra o texto.
Entre os peemedebistas não há nenhuma liderança. Também aderiram à matéria deputados do PSB, PDT, PC do B, PP, PTB, PTC, PR, PV, PSC, além do deputado Edmar Moreira - conhecido pelo escândalo do castelo avaliado em R$ 25 milhões - que está sem partido.
Da oposição, o único a manter a assinatura no texto foi o deputado Betinho Rosado (DEM-RN). Confira a lista dos deputados que apoiaram a chamada PEC do terceiro mandato.
1 ABELARDO CAMARINHA PSB SP
2 ADEMIR CAMILO PDT MG
3 ALBÉRICO FILHO PMDB MA
4 ALDO REBELO PCdoB SP
5 ALICE PORTUGAL PCdoB BA
6 ANDRE VARGAS PT PR
7 ANÍBAL GOMES PMDB CE
8 ANSELMO DE JESUS PT RO
9 ANTÔNIO ANDRADE PMDB MG
10 ANTONIO BULHÕES PMDB SP
11 ANTÔNIO CARLOS BIFFI PT MS
12 ANTONIO CRUZ PP MS
13 ARIOSTO HOLANDA PSB CE
14 ARMANDO ABÍLIO PTB PB
15 ARNALDO VIANNA PDT RJ
16 ARNON BEZERRA PTB CE
17 ASDRUBAL BENTES PMDB PA
18 ÁTILA LINS PMDB AM
19 ÁTILA LIRA PSB PI
20 AUGUSTO FARIAS PTB AL
21 BEL MESQUITA PMDB PA
22 BENEDITO DE LIRA PP AL
23 BERNARDO ARISTON PMDB RJ
24 BETINHO ROSADO DEM RN
25 CAPITÃO ASSUMÇÃO PSB ES
26 CARLOS ALBERTO CANUTO PMDB AL
27 CARLOS SANTANA PT RJ
28 CARLOS WILLIAN PTC MG
29 CARLOS ZARATTINI PT SP
30 CHARLES LUCENA PTB PE
31 CHICO DA PRINCESA PR PR
32 CHICO LOPES PCdoB CE
33 CIRO PEDROSA PV MG
34 COLBERT MARTINS PMDB BA
35 DAGOBERTO PDT MS
36 DALVA FIGUEIREDO PT AP
37 DAMIÃO FELICIANO PDT PB
38 DANIEL ALMEIDA PCdoB BA
39 DÉCIO LIMA PT SC
40 DOMINGOS DUTRA PT MA
41 DR. NECHAR PV SP
42 DR. TALMIR PV SP
43 EDIGAR MÃO BRANCA PV BA
44 EDIO LOPES PMDB RR
45 EDMAR MOREIRA sem partido MG
46 EDMILSON VALENTIM PCdoB RJ
47 EDSON DUARTE PV BA
48 EDUARDO LOPES PSB RJ
49 EDUARDO VALVERDE PT RO
50 ELIENE LIMA PP MT
51 ELISMAR PRADO PT MG
52 ENIO BACCI PDT RS
53 ERNANDES AMORIM PTB RO
54 EUDES XAVIER PT CE
55 EUGÊNIO RABELO PP CE
56 EUNÍCIO OLIVEIRA PMDB CE
57 EVANDRO MILHOMEN PCdoB AP
58 FÁBIO RAMALHO PV MG
59 FÁTIMA PELAES PMDB AP
60 FERNANDO CHIARELLI PDT SP
61 FERNANDO FERRO PT PE
62 FERNANDO MARRONI PT RS
63 FERNANDO NASCIMENTO PT PE
64 FILIPE PEREIRA PSC RJ
65 FLÁVIO BEZERRA PMDB CE
66 FLÁVIO DINO PCdoB MA
67 FRANCISCO ROSSI PMDB SP
68 GERALDO SIMÕES PT BA
69 GIOVANNI QUEIROZ PDT PA
70 GIVALDO CARIMBÃO PSB AL
71 GORETE PEREIRA PR CE
72 HOMERO PEREIRA PR MT
73 JACKSON BARRETO PMDB SE
74 JAIME MARTINS PR MG
75 JÔ MORAES PCdoB MG
76 JOÃO CARLOS BACELAR PR BA
77 JOÃO MAGALHÃES PMDB MG
78 JOÃO PAULO CUNHA PT SP
79 JOAQUIM BELTRÃO PMDB AL
80 JOSÉ AIRTON CIRILO PT CE
81 JOSÉ CHAVES PTB PE
82 JOSÉ EDMAR PR DF
83 JOSÉ EDUARDO CARDOZO PT SP
84 JOSÉ FERNANDO APARECIDO DE OLIVEIRA PV MG
85 JOSÉ GUIMARÃES PT CE
86 JOSÉ ROCHA PR BA
87 JOSÉ SANTANA DE VASCONCELLOS PR MG
88 JOSEPH BANDEIRA PT BA
89 JULIÃO AMIN PDT MA
90 JURANDIL JUAREZ PMDB AP
91 LÁZARO BOTELHO PP TO
92 LEANDRO VILELA PMDB GO
93 LEONARDO QUINTÃO PMDB MG
94 LINCOLN PORTELA PR MG
95 LINDOMAR GARÇON PV RO
96 LUCENIRA PIMENTEL PR AP
97 LUIZ ALBERTO PT BA
98 LUIZ BASSUMA PT BA
99 LUIZ BITTENCOURT PMDB GO
100 LUIZ CARLOS BUSATO PTB RS
101 LUIZ COUTO PT PB
102 LUIZ SÉRGIO PT RJ
103 MAGELA PT DF
104 MANOEL JUNIOR PSB PB
105 MANUELA D'ÁVILA PCdoB RS
106 MARCELO CASTRO PMDB PI
107 MARCELO MELO PMDB GO
108 MÁRCIO FRANÇA PSB SP
109 MÁRCIO MARINHO PR BA
110 MARCONDES GADELHA PSB PB
111 MARCOS LIMA PMDB MG
112 MARCOS MEDRADO PDT BA
113 MARIA LÚCIA CARDOSO PMDB MG
114 MÁRIO DE OLIVEIRA PSC MG
115 MÁRIO HERINGER PDT MG
116 MAURÍCIO QUINTELLA LESSA PR AL
117 MAURO BENEVIDES PMDB CE
118 MAURO LOPES PMDB MG
119 MENDES RIBEIRO FILHO PMDB RS
120 MILTON MONTI PR SP
121 MOISES AVELINO PMDB TO
122 NEILTON MULIM PR RJ
123 NELSON MARQUEZELLI PTB SP
124 NEUDO CAMPOS PP RR
125 NILSON MOURÃO PT AC
126 ODÍLIO BALBINOTTI PMDB PR
127 OLAVO CALHEIROS PMDB AL
128 OSMAR JÚNIOR PCdoB PI
129 OSVALDO BIOLCHI PMDB RS
130 OSVALDO REIS PMDB TO
131 PASTOR MANOEL FERREIRA PTB RJ
132 PASTOR PEDRO RIBEIRO PMDB CE
133 PAULO HENRIQUE LUSTOSA PMDB CE
134 PAULO PEREIRA DA SILVA PDT SP
135 PAULO PIAU PMDB MG
136 PAULO PIMENTA PT RS
137 PAULO ROBERTO PTB RS
138 PAULO ROCHA PT PA
139 PEDRO CHAVES PMDB GO
140 PEDRO EUGÊNIO PT PE
141 PEDRO FERNANDES PTB MA
142 PEDRO NOVAIS PMDB MA
143 PEDRO WILSON PT GO
144 PERPÉTUA ALMEIDA PCdoB AC
145 PROFESSOR SETIMO PMDB MA
146 RIBAMAR ALVES PSB MA
147 ROBERTO BRITTO PP BA
148 ROSE DE FREITAS PMDB ES
149 RUBENS OTONI PT GO
150 SABINO CASTELO BRANCO PTB AM
151 SEBASTIÃO BALA ROCHA PDT AP
152 SÉRGIO BRITO PDT BA
153 SÉRGIO MORAES PTB RS
154 SEVERIANO ALVES PDT BA
155 SILAS BRASILEIRO PMDB MG
156 SIMÃO SESSIM PP RJ
157 SOLANGE ALMEIDA PMDB RJ
158 TADEU FILIPPELLI PMDB DF
159 TATICO PTB GO
160 VALADARES FILHO PSB SE
161 VALTENIR PEREIRA PSB MT
162 VANESSA GRAZZIOTIN PCdoB AM
163 VELOSO PMDB BA
164 VICENTE ARRUDA PR CE
165 VICENTINHO PT SP
166 VILSON COVATTI PP RS
167 VIRGÍLIO GUIMARÃES PT MG
168 VITAL DO RÊGO FILHO PMDB PB
169 WASHINGTON LUIZ PT MA
170 WELLINGTON ROBERTO PR PB
171 WILSON BRAGA PMDB PB
172 WILSON SANTIAGO PMDB PB
173 WOLNEY QUEIROZ PDT PE
174 ZÉ GERARDO PMDB CE
175 ZÉ VIEIRA PR MA
176 ZEQUINHA MARINHO PMDB
sexta-feira, 5 de junho de 2009
PELO MARANHÃO LIVRE

Confirmada para esta segunda feira dia (08) a reunião do “Movimento em Defesa do Maranhão Livre”. Já foram confirmadas as presenças do ex-govenador Jose Reinaldo, do ex-ministro Edson Vidigal, deputado federal Carlos Brandão (PSDB), deputado Dutra (PT), alem de deputado estaduais e prefeitos da região.
O Movimento das oposições visa se organizar para as próximas eleições e pretende devolver o Maranhão ao povo, que teve esse direito cassado junto com o governador Jackson Lago eleito democraticamente nas urnas o direito de escolher seus representantes.
Os convites já estão sendo feitos pelo próprio Zé Reinaldo ex-governador “Superando todas as magoas estaremos juntos novamente” desabafou o ex-prefeito de Pinheiro Pedro Lobato quando recebia o convite do ex-governador.
QUEM MANDA MAIS: RICARDO MURAD OU RAIMUNDO CUTRIM?

Bastou a governadora biônica eleita pelo TSE deixar o governo do Estado nas mãos do vice João Alberto, para se concretizar a informação que circula nos meios políticos de quem realmente manda no governo são os ex-deputados, hoje secretários de Saúde Ricardo Murad - tido por muitos como o governador de fato, e o de Segurança Raimundo Cutrim, aliado fiel e de todas as horas de Roseana.
A primeira grande prova do desprestígio de João Alberto foi a exoneração, sem maiores explicações, do coronel Nogueira da direção geral do Detran, indicado por ele [João Alberto] para o cargo, é tanto que o novo destino de Nogueira será o gabinete do vice-governador. Nogueira diz que Alberto foi convencido por Cutrim. “Ele (Cutrim) quer mandar no órgão e conseguiu convencer até o João Alberto da minha saída”, afirmou.
Discordo de tal afirmação. Não acredito que João Alberto tenha de fato sido “convencido” por Cutrim, uma vez que, até o momento, ninguém da Secom do governo veio a público expor oficialmente se os motivos da demissão de Nogueira foram por critérios técnicos ou políticos, quando sabemos na verdade que foi pelo segundo.
Todo o Maranhão sabe que as relações entre o secretário Cutrim e Nogueira nunca foram das mais amistosas, tanto é que ao ser indicado para comandar o Detran pelo próprio João Alberto, o secretário Raimundo Cutrim aceitou com reservas a indicação.
Tratou logo de indicar sua principal aliada política, a ex-vereadora Marília Mendonça para cuidar do cofre do órgão, numa demonstração clara de que não daria vida mansa a Nogueira.
Portanto, fica evidente que a decisão partiu de cima, da própria governadora Roseana Sarney, pois nunca vi um governador ser convencido por um secretário a tirar um aliado seu de um cargo de confiança, senão o contrário, onde o governador é que dita as normas de quem ele quer ou não nas principais funções da administração.
Por outro lado, é sabido também que o super secretário e governador de fato Ricardo Murad está muito bem afinado e goza de grande prestígio junto a governadora pif-paf licenciada Roseana Sarney, que não esconde de ninguém que tanto Ricardo quanto Cutrim têm carta branca para tomar as decisões que lhes forem convenientes.
Resta agora saber se João Alberto vai reagir diante de tudo isso, ou se vai ficar quietinho em seu lugar cumprindo o papel que lhe destinaram: o de “rainha da Inglaterra”.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Foto reveladora mostra quem manda no governo

Murad explica obra, acompanhado de João Alberto e Max Barros
Uma imagem vale por mil palavras. A foto distribuída pela Secom sobre a visita do governador em exercício, João Alberto, à Av. Santos Dumont, diz bem quem é que comanda tudo no governo Roseana Sarney.
João Alberto é ladeado pelo secretário de infra-estrutura, o engenheiro e professor da UEMA, Max Barros, e pelo de saúde, Ricardo Murad.
O normal seria o engenheiro, e secretário responsável pela obra, explicar ao vice e ao secretário de saúde, responsável pela Caema.
Mas não é Ricardo Murad que sai mostrando o que está sendo feito e como deve ser feito o serviço de drenagem, enquanto cabisbaixo, Barros caminha calado e ouvindo.
O saneamento básico é uma função da Saúde, mas quem realiza as obras necessárias é a Infra-estrutura.
Depois de tentar anular a liderança de Chico Gomes, agora pode ser a vez de Max Barros.
A foto não mente.
O Governo do Estado iniciou nesta quinta-feira as obras de recuperação da Avenida Santos Dumont, no bairro do Anil. Segundo a Secom, “a determinação foi do governador em exercício, João Alberto, que constatou as péssimas condições da via, após o início das obras de drenagem, pela Companhia de Águas e Esgotos do Maranhão (Caema), dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em parceria com o Governo do Estado. O trabalho foi todo paralisado.
As obras de drenagem na Avenida Santos Dumont tiveram início, em outubro de 2008, pela Caema, para recuperar um trecho de 2.150 metros. O trabalho foi paralisado, o que causou transtornos e prejuízos aos moradores e a oito comunidades em torno da via. O investimento para a área é avaliado em de R$ 111 milhões”.
Amigo de Jackson lidera também no RGS
Deu na Folha
Pesquisa Datafolha sobre a sucessão ao governo gaúcho mostra o atual ministro da Justiça, Tarso Genro (PT), à frente, seguido por candidatos do PMDB. A governadora Yeda Crusius fica em terceiro lugar nos dois cenários em que participa.No primeiro cenário, Tarso Genro tem 34% das intenções de voto, contra 28% do atual prefeito de Porto Alegre, José Fogaça (PMDB). Yeda tem 7%. Quando o candidato do PMDB é o ex-governador Germano Rigotto, o percentual de Tarso sobe para 38%, contra 18% do peemedebista.Yeda permanece com o mesmo percentual de 7%. Nas duas situações, está tecnicamente empatada com o deputado federal Beto Albuquerque (PSB). A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.No primeiro cenário pesquisado sem a governadora, a disputa se acirra entre Tarso, que teria 36% das intenções de voto, e Fogaça, com 29%. A situação mais favorável ao petista se dá contra Rigotto e sem Yeda. Neste caso, Tarso abriria 21 pontos de vantagem -40% contra 19% do peemedebista
Pesquisa Datafolha sobre a sucessão ao governo gaúcho mostra o atual ministro da Justiça, Tarso Genro (PT), à frente, seguido por candidatos do PMDB. A governadora Yeda Crusius fica em terceiro lugar nos dois cenários em que participa.No primeiro cenário, Tarso Genro tem 34% das intenções de voto, contra 28% do atual prefeito de Porto Alegre, José Fogaça (PMDB). Yeda tem 7%. Quando o candidato do PMDB é o ex-governador Germano Rigotto, o percentual de Tarso sobe para 38%, contra 18% do peemedebista.Yeda permanece com o mesmo percentual de 7%. Nas duas situações, está tecnicamente empatada com o deputado federal Beto Albuquerque (PSB). A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.No primeiro cenário pesquisado sem a governadora, a disputa se acirra entre Tarso, que teria 36% das intenções de voto, e Fogaça, com 29%. A situação mais favorável ao petista se dá contra Rigotto e sem Yeda. Neste caso, Tarso abriria 21 pontos de vantagem -40% contra 19% do peemedebista
terça-feira, 2 de junho de 2009
Voo do Brasil à França desaparece com 228 a bordo
O representante da Air France no Brasil informou nesta segunda-feira, no aeroporto do Galeão (Tom Jobim, no Rio), que inicialmente está descartada uma pane elétrica no Airbus A330 que desapareceu após decolar na noite de domingo rumo à França.
Jorge Assunção, gerente da Air France, afirmou que, caso uma pane elétrica fosse confirmada, a aeronave ofereceria condições técnicas para o comandante retornar ao Rio.
O voo AF 447 decolou por volta das 19h de domingo do aeroporto do Galeão (Tom Jobim), no Rio, e deveria pousar no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, por volta das 11h local (6h de Brasília). Em nota, a empresa afirma que a aeronave "cruzou uma zona com forte turbulência" por volta das 23h (horário de Brasília) e enviou alerta automático sobre problemas no circuito elétrico às 23h14.
"Nós não temos essa informação [pane elétrica]. Se ele tivesse sofrido pane elétrica depois da decolagem teria voltado ao Rio. Nós acreditamos que isso não tenha acontecido", disse Assunção. Segundo ele, o último contato da tripulação foi feito às 22h33.
A lista com os nomes dos passageiros será divulgada pela Anac (Agência Nacional de Aviação). Assunção não quis fornecer detalhes e informou que ela deverá ser divulgada ainda na manhã de hoje.
Assunção orienta que os familiares devem se informar pelos telefones disponibilizados.
Buscas
A Aeronáutica informou que as buscas serão feitas no oceano Atlântico. Inicialmente, um avião da FAB (Força Aérea Brasileira) deve refazer o percurso do Airbus da companhia aérea. O último contato entre os ocupantes da aeronave e o Brasil foi feito por volta das 22h30 de ontem.
De acordo com a Aeronáutica, a região onde ocorreu o desaparecimento não tem radares, e a comunicação é feita por rádios de longo alcance. A FAB informou que tenta identificar a distância aproximada do desaparecimento, a partir de Recife (PE).
O ministro francês de Energia e Ambiente, Jean-Louis Borloo, afirmou que o avião da Air France já estaria sem combustível no momento, caso continuasse voando. "Agora ele já estaria sem querosene, então infelizmente nós consideramos o cenário mais trágico", afirmou Borloo, o número dois do Executivo francês, durante entrevista à radio France Info. Segundo ele, 'há um pessimismo real' sobre o ocorrido. "Nós podemos esperar o pior."
Jorge Assunção, gerente da Air France, afirmou que, caso uma pane elétrica fosse confirmada, a aeronave ofereceria condições técnicas para o comandante retornar ao Rio.
O voo AF 447 decolou por volta das 19h de domingo do aeroporto do Galeão (Tom Jobim), no Rio, e deveria pousar no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, por volta das 11h local (6h de Brasília). Em nota, a empresa afirma que a aeronave "cruzou uma zona com forte turbulência" por volta das 23h (horário de Brasília) e enviou alerta automático sobre problemas no circuito elétrico às 23h14.
"Nós não temos essa informação [pane elétrica]. Se ele tivesse sofrido pane elétrica depois da decolagem teria voltado ao Rio. Nós acreditamos que isso não tenha acontecido", disse Assunção. Segundo ele, o último contato da tripulação foi feito às 22h33.
A lista com os nomes dos passageiros será divulgada pela Anac (Agência Nacional de Aviação). Assunção não quis fornecer detalhes e informou que ela deverá ser divulgada ainda na manhã de hoje.
Assunção orienta que os familiares devem se informar pelos telefones disponibilizados.
Buscas
A Aeronáutica informou que as buscas serão feitas no oceano Atlântico. Inicialmente, um avião da FAB (Força Aérea Brasileira) deve refazer o percurso do Airbus da companhia aérea. O último contato entre os ocupantes da aeronave e o Brasil foi feito por volta das 22h30 de ontem.
De acordo com a Aeronáutica, a região onde ocorreu o desaparecimento não tem radares, e a comunicação é feita por rádios de longo alcance. A FAB informou que tenta identificar a distância aproximada do desaparecimento, a partir de Recife (PE).
O ministro francês de Energia e Ambiente, Jean-Louis Borloo, afirmou que o avião da Air France já estaria sem combustível no momento, caso continuasse voando. "Agora ele já estaria sem querosene, então infelizmente nós consideramos o cenário mais trágico", afirmou Borloo, o número dois do Executivo francês, durante entrevista à radio France Info. Segundo ele, 'há um pessimismo real' sobre o ocorrido. "Nós podemos esperar o pior."
Palavra de Jakcson
Preparando-se para o futuro
Os últimos três anos exigiram de mim uma grande participação política e administrativa. Na qualidade de pré-candidato, depois candidato a governador e, em seguida, como governador do Maranhão, subordinei minha vida pessoal às necessidades de nosso Estado e de nossa gente.
Nesse processo, obtive muita satisfação por receber o carinho e o reconhecimento de nossa população e por poder mostrar que um novo Maranhão é possível ao desenvolver um governo participativo, progressista e democrático.
Os avanços desse novo Maranhão democrático e livre estão aí para todo mundo ver, Expresso em colégios, hospitais, urbanização de nossas cidades, estradas, pontes e tantas outras obras. E, ao lado desses avanços, a conquista maior da liberdade, só possível num governo de convicções democráticas e municipalista.
Infelizmente, esse processo fez com que eu não tivesse o tempo necessário para me dedicar ao acompanhamento de minha saúde. Quantas vezes não tive de adiar ou mesmo interromper exames ou tratamentos por conta de compromissos inadiáveis?
A interrupção brutal da experiência democrática que o Maranhão vivia, está me permitindo ter tempo disponível para voltar a cuidar da saúde, realizando exames e tratamentos que por três anos não pude fazer.
Dos exames que já fiz, vem a convicção de que, graças a Deus, muito ainda poderei realizar ao lado das companheiras e companheiros que sonham com um Maranhão moderno, justo e desenvolvido. Mas, vem a convicção também, de que tenho de tomar providências de caráter médico para que possa me dedicar por mais tempo ao Maranhão e a sua população.
Retornei ao Maranhão esta semana, mas na próxima já estarei novamente viajando para continuar com as providências que a área médica recomenda. Minha volta às atividades políticas se dará na medida em que convier a nossa população, e com a disposição e o vigor necessários a enfrentar as grandes batalhas que se avizinham.
Os últimos três anos exigiram de mim uma grande participação política e administrativa. Na qualidade de pré-candidato, depois candidato a governador e, em seguida, como governador do Maranhão, subordinei minha vida pessoal às necessidades de nosso Estado e de nossa gente.
Nesse processo, obtive muita satisfação por receber o carinho e o reconhecimento de nossa população e por poder mostrar que um novo Maranhão é possível ao desenvolver um governo participativo, progressista e democrático.
Os avanços desse novo Maranhão democrático e livre estão aí para todo mundo ver, Expresso em colégios, hospitais, urbanização de nossas cidades, estradas, pontes e tantas outras obras. E, ao lado desses avanços, a conquista maior da liberdade, só possível num governo de convicções democráticas e municipalista.
Infelizmente, esse processo fez com que eu não tivesse o tempo necessário para me dedicar ao acompanhamento de minha saúde. Quantas vezes não tive de adiar ou mesmo interromper exames ou tratamentos por conta de compromissos inadiáveis?
A interrupção brutal da experiência democrática que o Maranhão vivia, está me permitindo ter tempo disponível para voltar a cuidar da saúde, realizando exames e tratamentos que por três anos não pude fazer.
Dos exames que já fiz, vem a convicção de que, graças a Deus, muito ainda poderei realizar ao lado das companheiras e companheiros que sonham com um Maranhão moderno, justo e desenvolvido. Mas, vem a convicção também, de que tenho de tomar providências de caráter médico para que possa me dedicar por mais tempo ao Maranhão e a sua população.
Retornei ao Maranhão esta semana, mas na próxima já estarei novamente viajando para continuar com as providências que a área médica recomenda. Minha volta às atividades políticas se dará na medida em que convier a nossa população, e com a disposição e o vigor necessários a enfrentar as grandes batalhas que se avizinham.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Porque tanta gente de Bacabal vai à Teresina em Busca de tratamento médico?
Há um fenômeno que ocorre, não só no Maranhão mais em outros estados, como Pará e Tocantins, que de tão constante foi banalizado pelo Maranhão: maranhenses lotam os hospitais da capital do Estado visinho, mesmo durante o período no qual as chuvas sucessivas fizeram o Parnaíba cortar acessos à Teresina, pacientes do Maranhão continuavam lotando as clínicas da capital do Piauí. Por quê? Não há somente uma razão e sim uma combinação de fatores que tem alimentado esse êxodo maranhense à Teresina em busca de melhor tratamento. Os bacabalenses que fazem visitas constantes aos seus médicos piauienses, afirmam que em primeiro lugar vem a falta da qualidade da oferta de saúde pública no Maranhão. Os pacientes que saem do estado em busca de tratamento, afirmam que aqui não há comprometimento profissional satisfatório, em Teresina e que acumulam-se casos de diagnósticos equivocados movidos pelo condicionamento do profissional de saúde ao insensível automatismo da conversa curta e baixa ou nenhuma atenção ao paciente aqui no Maranhão. “É como se a gente não tivesse ali sentado. Os médicos de Teresina olham pra gente, fazem a gente sentir que eles se importam com o nosso caso e fazem de tudo para descobrir a doença, não tentam adivinhar”, comenta dona Liana Silva na fila do Hospital São Marcos em Teresina-PI. Como o próprio comentário antecipou, a segunda maior reclamação dos pacientes maranhenses é a frieza dos profissionais conveniados com o SUS. Afirmam que remuneração que o SUS repassa aos médicos de suas cidades de origem não anima os profissionais que acabam por oferecer “meio serviço de atendimento”. “Às vezes o médico atende às pressas porque tem que ir atender seus pacientes particulares, os do SUS não tem direito a conversa, só podem relatar bem rapidinho o que sentem e ele prescreve alguma coisa”, disse seu Raimundo Firmo. Outra queixa é relacionada à disponibilidade de realização de exames: “Quando o médico não pode deduzir nada, ele pede um exame, o problema é que muitas vezes o tal não pode ser feito na nossa cidade, aí o jeito é tocar para Teresina!”, desabafa o senhor Raimundo de Sousa.
Desmotivação profissional dos médicos do SUS, mau atendimento e ausência de aparelhos adequados para realização de vários tipos de exames são as principais reclamações e motivos dos pacientes para procurar a capital do Piauí. Mas a estes fatores agrega-se o comércio das pensões em Teresina, principalmente ao redor do pólo de saúde, que se destaca como um dos mais lucrativos do Estado. A “mina de ouro” foi expandida no final dos anos 90, quando os donos de pensões descobriram o filão dos “convênios” com hospitais, médicos e clínicas particulares de Teresina. De lá para cá, a guerra por clientes (pacientes), vindos do Maranhão, Pará e Tocantins, está cada vez mais acirrada. Para explicar como acontece, eis um exemplo: digamos que uma tomografia em uma determinada clínica custe R$ 240,00, então entra a figura do dono da pensão que “oferece” o paciente (cliente) para outras clínicas que fazem o mesmo exame. No fim das contas, o exame acaba rateado entre a clínica, que fica com R$ 190,00; e o dono da pensão, que recebe R$ 50,00 por agenciar o paciente. A prática já é comum e notória, no entanto satisfaz aquele que saí a procura de qualidade de vida após um bom tratamento.
O que mais acentua essa grande “romaria” de doentes maranhenses a Teresina é a falta de investimento e mais qualificação técnica na área no nosso sistema. Um grande exemplo é Bacabal, a cidade dispõe de um quadro médico satisfatório em termos de quantidade, mas fica devendo em especialidade, o que se encontra raramente em médicos que não permanecem aqui, bem como o investimento em equipamento e em mão de obra para operá-los. Em Teresina, em cada esquina, há um equipamento de tomografia computadorizada, ultrasom, dentre outras que são imprescindíveis para um diagnóstico e consecutivo tratamento de vários doenças. Aqui falta reciclagem, lá isso acontece corriqueiramente, são médicos bem treinados que não perdem a capacidade de serem humanos, aliados a investimento e a boa propaganda de massa.
Desmotivação profissional dos médicos do SUS, mau atendimento e ausência de aparelhos adequados para realização de vários tipos de exames são as principais reclamações e motivos dos pacientes para procurar a capital do Piauí. Mas a estes fatores agrega-se o comércio das pensões em Teresina, principalmente ao redor do pólo de saúde, que se destaca como um dos mais lucrativos do Estado. A “mina de ouro” foi expandida no final dos anos 90, quando os donos de pensões descobriram o filão dos “convênios” com hospitais, médicos e clínicas particulares de Teresina. De lá para cá, a guerra por clientes (pacientes), vindos do Maranhão, Pará e Tocantins, está cada vez mais acirrada. Para explicar como acontece, eis um exemplo: digamos que uma tomografia em uma determinada clínica custe R$ 240,00, então entra a figura do dono da pensão que “oferece” o paciente (cliente) para outras clínicas que fazem o mesmo exame. No fim das contas, o exame acaba rateado entre a clínica, que fica com R$ 190,00; e o dono da pensão, que recebe R$ 50,00 por agenciar o paciente. A prática já é comum e notória, no entanto satisfaz aquele que saí a procura de qualidade de vida após um bom tratamento.
O que mais acentua essa grande “romaria” de doentes maranhenses a Teresina é a falta de investimento e mais qualificação técnica na área no nosso sistema. Um grande exemplo é Bacabal, a cidade dispõe de um quadro médico satisfatório em termos de quantidade, mas fica devendo em especialidade, o que se encontra raramente em médicos que não permanecem aqui, bem como o investimento em equipamento e em mão de obra para operá-los. Em Teresina, em cada esquina, há um equipamento de tomografia computadorizada, ultrasom, dentre outras que são imprescindíveis para um diagnóstico e consecutivo tratamento de vários doenças. Aqui falta reciclagem, lá isso acontece corriqueiramente, são médicos bem treinados que não perdem a capacidade de serem humanos, aliados a investimento e a boa propaganda de massa.
sábado, 30 de maio de 2009
Mil desalojados dividem 4 chuveiros em abrigo sem latrinas em Bacabal
Instalados há quase dois meses no Parque de Exposições do município de Bacabal
mais de mil desabrigados pelas chuvas no Estado ainda são obrigados a dividir apenas quatro chuveiros improvisados e usar buracos cavados no chão como latrina.
Por todo o parque, é possível encontrar lixo e fezes na grama. Alguns desabrigados cavaram buracos no chão de cocheiras desativadas, que foram transformadas em latrinas improvisadas.
Segundo a coordenadora da Defesa Civil de Bacabal, Roseane Maria do Nascimento Silva, o município não tem como pagar o aluguel de banheiros químicos, que poderiam ajudar a solucionar o problema.
Apesar da limpeza diária feita por funcionários da Defesa Civil, o mau cheiro se espalha pelas instalações do parque.
Para tomar banho, os desabrigados contam com apenas quatro "chuveiros", na verdade, barracas de lona improvisadas com um cano por onde sai água.
No mesmo local, há uma torneira para lavar roupa e louça, cuja água cai no chão e se mistura à lama, lixo e fezes. Mesmo assim, nem todos conseguem usar a água da torneira. "Tem fila todos os dias. Para lavar roupa, é preciso esperar horas", diz a dona de casa Ana Lúcia Ferreira da Silva, de 24 anos, que há um mês vive no parque com o marido e três filhos.
As primeiras enchentes deste ano em Bacabal ocorreram no início de março. Desde então, famílias obrigadas a sair de suas casas pelas chuvas começaram a ocupar, por conta própria, espaços privados como o parque.
Hospital - A falta de condições de higiene não é exclusiva do parque de exposições. Em um hospital abandonado perto dali, famílias numerosas se aglomeram em cubículos, dividindo espaço com os poucos móveis e utensílios que conseguiram salvar das águas.
No pátio interno, os desabrigados lavam roupa em uma pia quebrada. Lama e dejetos se espalham também pelos corredores e salas, usados agora como casas.
Segundo a Defesa Civil, as mais de 4,7 mil pessoas que ocupam os 54 abrigos da cidade e os outros 5,6 mil desalojados hospedados com parentes ou amigos deverão esperar a chuva passar e o nível do rio Mearim baixar para que possam voltar com segurança para suas casas.
Muitos deles, porém, tiveram suas residências totalmente destruídas pelas águas, e terão que permanecer por algum tempo nos abrigos antes de encontrar um novo lugar para morar.
(Alessandra Corrêa, da BBC Brasil)
mais de mil desabrigados pelas chuvas no Estado ainda são obrigados a dividir apenas quatro chuveiros improvisados e usar buracos cavados no chão como latrina.
Por todo o parque, é possível encontrar lixo e fezes na grama. Alguns desabrigados cavaram buracos no chão de cocheiras desativadas, que foram transformadas em latrinas improvisadas.
Segundo a coordenadora da Defesa Civil de Bacabal, Roseane Maria do Nascimento Silva, o município não tem como pagar o aluguel de banheiros químicos, que poderiam ajudar a solucionar o problema.
Apesar da limpeza diária feita por funcionários da Defesa Civil, o mau cheiro se espalha pelas instalações do parque.
Para tomar banho, os desabrigados contam com apenas quatro "chuveiros", na verdade, barracas de lona improvisadas com um cano por onde sai água.
No mesmo local, há uma torneira para lavar roupa e louça, cuja água cai no chão e se mistura à lama, lixo e fezes. Mesmo assim, nem todos conseguem usar a água da torneira. "Tem fila todos os dias. Para lavar roupa, é preciso esperar horas", diz a dona de casa Ana Lúcia Ferreira da Silva, de 24 anos, que há um mês vive no parque com o marido e três filhos.
As primeiras enchentes deste ano em Bacabal ocorreram no início de março. Desde então, famílias obrigadas a sair de suas casas pelas chuvas começaram a ocupar, por conta própria, espaços privados como o parque.
Hospital - A falta de condições de higiene não é exclusiva do parque de exposições. Em um hospital abandonado perto dali, famílias numerosas se aglomeram em cubículos, dividindo espaço com os poucos móveis e utensílios que conseguiram salvar das águas.
No pátio interno, os desabrigados lavam roupa em uma pia quebrada. Lama e dejetos se espalham também pelos corredores e salas, usados agora como casas.
Segundo a Defesa Civil, as mais de 4,7 mil pessoas que ocupam os 54 abrigos da cidade e os outros 5,6 mil desalojados hospedados com parentes ou amigos deverão esperar a chuva passar e o nível do rio Mearim baixar para que possam voltar com segurança para suas casas.
Muitos deles, porém, tiveram suas residências totalmente destruídas pelas águas, e terão que permanecer por algum tempo nos abrigos antes de encontrar um novo lugar para morar.
(Alessandra Corrêa, da BBC Brasil)
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Articulistas da grande imprensa defendem a renúncia de Sarney
A descoberta e as posteriores desculpas do presidente do Senado, José Sarney, sobre o auxílio moradia, que ele recebia mesmo tendo uma mansão em Brasília, provocou indignação entre os principais jornalistas do País. O blog selecionou os artigos da cientista política e colunista de O Globo, Lucia Hippolito, e dos jornalistas Ricardo Noblat ( blog - O Globo Online) e Josias de Souza (blog - Folha Online). Leia abaixo:
Farra com o dinheiro do contribuinte
Francamente, Excelência!
Lucia Hippolito
Apanhado com a boca na botija recebendo mais de R$ 3.000,00 de auxílio-moradia, sendo proprietário de uma confortável residência em Brasília e dispondo ainda da residência oficial da Presidência do Senado, José Sarney pediu desculpas e alegou que não pediu auxílio-moradia e que “alguém” vem depositando em sua conta o auxílio-moradia desde meados de 2008.
(Na última terça-feira Sarney afirmara categoricamente que não recebia auxílio-moradia. Pelo visto, a memória voltou subitamente.)
O que dizer de um cidadão brasileiro que, checando sua conta bancária, encontra depósitos mensais de mais de R$ 3.000,00 e não tem a curiosidade de conhecer a identidade desse benfeitor anônimo que todo mês pinga um “capilé” em sua conta?
Sarney é um fofo!
E dizer que uma pessoa assim foi presidente da República por cinco longos anos!
José Sarney não é um iniciante na política. Bem ao contrário. Deputado federal em 1958 (há 51 anos!), governador em 1965 (com uma ajudinha do recém-criado SNI), senador, presidente da República, três vezes presidente do Senado. Sarney já foi tudo neste país.
Criou uma dinastia. Tem a filha e o filho na política.
Será que Sarney não sabe o que é certo e o que é errado? O que pode ser legalmente aceitável mas é eticamente inaceitável? Ou sabe e não se importa?
Um senador da República, presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional, que tem residência em Brasília e tem ainda ao seu dispor a residência oficial do Senado, não lê seu contracheque ou não sabe que auxílio-moradia não se aplica?!
Desde a terceira eleição de Sarney para presidente do Senado, em 2009, os cidadãos brasileiros já tomaram conhecimento de que ele requisitou seguranças do Senado para fazer a segurança de sua residência em São Luís (MA), embora ele seja senador pelo Amapá.
Os cidadãos brasileiros também tomaram conhecimento de que, das 181 diretorias descobertas no Senado, pelo menos 50 foram criadas por José Sarney.
Os cidadãos brasileiros tomaram conhecimento, ainda, de que uma assessora para as campanhas de Sarney e da famiglia Sarney era também, nas horas vagas, diretora do Senado.
Flagrado, Sarney afastou a diretora… E a nomeou como assessora especial.
O que será que o senador Sarney pensa de nós, eleitores? Que somos um bando de bobos. Que aceitamos qualquer coisa.
Francamente, Excelência. Isto é inadmissível.
O melhor a fazer é renunciar à presidência do Senado. Além de devolver o dinheiro público, naturalmente.
Comentário
Sarney, assuma suas responsabilidades!
Ricardo Noblat
Vem cá. Quando imagino que o deboche dos políticos com o distinto público batera no teto, surge um fato novo capaz de provar que não há teto para o deboche deles.
Quer dizer que senadores, donos de imóveis em Brasília, receberam e continuarão recebendo auxílio moradia de R$ 3,8 mil mensais “por que a lei não diz que não pode” - e a lei “tem que ser igual para todos”, segundo o terceiro-secretário da direção do Senado, Mão Santa (PMDB-PI)?
O auxílio-moradia é pago… Para quem não tem moradia em Brasília. Muitos senadores moram em apartamentos do Senado. E sabe-se agora que pelo menos três deles, inquilinos de apartamentos do Senado, também embolsam o auxílio-moradia. Serão de fato os únicos?
Se forem, isso quer dizer que os demais senadores que moram em apartamentos do Senado abriram mão do auxílio-moradia. Portanto, a direção do Senado tinha conhecimento de que três senadores espertos recebiam um auxílio dispensável. E ela jamais fez nada. Porque a lei “tem de ser igual, etc…”
José Sarney (PMDB-AP) é dono de uma confortável casa em Brasília há muitos anos. Mas somente hoje, depois que o jornal Folha de S. Paulo noticiou o assunto, foi que ele se deu conta de que também recebia auxílio-moradia sem necessidade alguma. Pediu desculpas e prometeu reembolsar o Senado.
Ora, se Sarney devolverá o que ele mesmo admite que não deveria ter recebido, como ficarão aqueles que recebem auxílio-moradia e ocupam apartamentos do Senado que nada lhes custam?
(A propósito: quantos dos 513 deputados se encontram na mesma situação?)
Algo como 95% dos brasileiros vivem com uma renda mensal inferior a R$ 3,8 mil.
Um bando alegre de senadores não paga aluguel e ainda ganha R$ 3,8 mil mensais para morar em apartamentos do Senado.
Sarney pensa que ficará bem diante da opinião pública devolvendo a grana que não deveria ter recebido, que jamais notara que recebia.
Em fevereiro passado quando se descobriu que o Senado pagara alguns milhões de reais a título de hora extra trabalhada para mais de 3 mil servidores que haviam folgado durante o recesso de fim de ano, Sarney teve atitude parecida com a de hoje.
Mandou descontar do salário dos funcionários do seu gabinete o que eles haviam recebido indevidamente. Deve ter achado que com isso ficaria bem na foto.
Até teria ficado se ele fosse apenas um senador. Mas Sarney é o presidente do Senado. Sua responsabilidade é maior do que a dos seus pares. Suas atribuições, também. Igualmente seus privilégios.
Se ele julga errado ser dono de imóvel em Brasília e ter direito a auxílio-moradia, proponha acabar com o auxílio-moradia para senador dono de imóvel em Brasília ou ocupante de apartamento funcional.
Se a proposta for rejeitada pela maioria dos seus colegas de direção do Senado, ele poderá submetê-la a voto em plenário. Se mesmo aí ela for derrotada, bem… Aí Sarney ficará bem na foto.
Ficaria até melhor se aproveitasse a ocasião para renunciar à presidência do Senado diante do fracasso do seu empenho em tentar moralizá-lo.
Sarney e mais 3 recebiam ‘bolsa moradia’ sem saber
Josias de Souza
A cena, por ficcional, pede uma analogia literária. Recorra-se, então, à frase de um personagem de Dostoievski: “Se Deus não existe, tudo é permitido”.
Descobriu-se que a Viúva vinha pagando indevidamente a quatro senadores um auxílio-moradia. Coisa de R$ 3.800 por mês.
Entre os infratores estava José Sarney (PMDB-AP), o presidente do Senado. Mora em casa própria. Uma solarenga mansão no Lago Sul, bairro chique de Brasília.
Além de Sarney, beliscavam indevidamente o benefício o petista João Pedro (AM), o tucano Cícero Lucena (PB) e o ‘demo’ Gilberto Gollner (MT).
A trinca dispõe de confortáveis apartamentos funcionais, custeados pela vulnerável e veneranda $enhora.
Na última terça (26), inquirido sobre o inacreditável, Sarney soara peremptório. Disse que “nunca” recebera o auxílio-moradia.
Nesta quinta (28), Sarney viu-se compelido a reconhecer o inaceitável: “Eu nunca pedi auxílio…”
“…Por um equívoco, a partir do meio de 2008, verificaram que realmente estavam depositando na minha conta…”
“…Mas eu já mandei dizer que retirassem porque nunca requeri e tinha a impressão que não estava recebendo. Eu dei uma informação errada e peço desculpas”.
Em verdade, o famigerado auxílio vinha pingando –inadvertidamente— na conta de Sarney desde maio de 2007. Tudo somado, chega-se a R$ 79.800.
Sarney, que nada viu, promete devolver. Reunida nesta quinta, a Mesa diretoria do Senado decidiu que também os outros três terão de devolver o malversado.
Houve má fé? Não, não. Absolutamente. Entendeu-se que João Pedro, Cícero Lucena e Gilberto Gollner não incorreram em malfeito.
Deus, como se sabe, existe. Mas parece óbvio que Ele não está em toda parte. No Senado, quem dá as cartas é Asmodeu.
Ali, a dissimulação é o mais próximo que o homem se permite chegar da
Farra com o dinheiro do contribuinte
Francamente, Excelência!
Lucia Hippolito
Apanhado com a boca na botija recebendo mais de R$ 3.000,00 de auxílio-moradia, sendo proprietário de uma confortável residência em Brasília e dispondo ainda da residência oficial da Presidência do Senado, José Sarney pediu desculpas e alegou que não pediu auxílio-moradia e que “alguém” vem depositando em sua conta o auxílio-moradia desde meados de 2008.
(Na última terça-feira Sarney afirmara categoricamente que não recebia auxílio-moradia. Pelo visto, a memória voltou subitamente.)
O que dizer de um cidadão brasileiro que, checando sua conta bancária, encontra depósitos mensais de mais de R$ 3.000,00 e não tem a curiosidade de conhecer a identidade desse benfeitor anônimo que todo mês pinga um “capilé” em sua conta?
Sarney é um fofo!
E dizer que uma pessoa assim foi presidente da República por cinco longos anos!
José Sarney não é um iniciante na política. Bem ao contrário. Deputado federal em 1958 (há 51 anos!), governador em 1965 (com uma ajudinha do recém-criado SNI), senador, presidente da República, três vezes presidente do Senado. Sarney já foi tudo neste país.
Criou uma dinastia. Tem a filha e o filho na política.
Será que Sarney não sabe o que é certo e o que é errado? O que pode ser legalmente aceitável mas é eticamente inaceitável? Ou sabe e não se importa?
Um senador da República, presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional, que tem residência em Brasília e tem ainda ao seu dispor a residência oficial do Senado, não lê seu contracheque ou não sabe que auxílio-moradia não se aplica?!
Desde a terceira eleição de Sarney para presidente do Senado, em 2009, os cidadãos brasileiros já tomaram conhecimento de que ele requisitou seguranças do Senado para fazer a segurança de sua residência em São Luís (MA), embora ele seja senador pelo Amapá.
Os cidadãos brasileiros também tomaram conhecimento de que, das 181 diretorias descobertas no Senado, pelo menos 50 foram criadas por José Sarney.
Os cidadãos brasileiros tomaram conhecimento, ainda, de que uma assessora para as campanhas de Sarney e da famiglia Sarney era também, nas horas vagas, diretora do Senado.
Flagrado, Sarney afastou a diretora… E a nomeou como assessora especial.
O que será que o senador Sarney pensa de nós, eleitores? Que somos um bando de bobos. Que aceitamos qualquer coisa.
Francamente, Excelência. Isto é inadmissível.
O melhor a fazer é renunciar à presidência do Senado. Além de devolver o dinheiro público, naturalmente.
Comentário
Sarney, assuma suas responsabilidades!
Ricardo Noblat
Vem cá. Quando imagino que o deboche dos políticos com o distinto público batera no teto, surge um fato novo capaz de provar que não há teto para o deboche deles.
Quer dizer que senadores, donos de imóveis em Brasília, receberam e continuarão recebendo auxílio moradia de R$ 3,8 mil mensais “por que a lei não diz que não pode” - e a lei “tem que ser igual para todos”, segundo o terceiro-secretário da direção do Senado, Mão Santa (PMDB-PI)?
O auxílio-moradia é pago… Para quem não tem moradia em Brasília. Muitos senadores moram em apartamentos do Senado. E sabe-se agora que pelo menos três deles, inquilinos de apartamentos do Senado, também embolsam o auxílio-moradia. Serão de fato os únicos?
Se forem, isso quer dizer que os demais senadores que moram em apartamentos do Senado abriram mão do auxílio-moradia. Portanto, a direção do Senado tinha conhecimento de que três senadores espertos recebiam um auxílio dispensável. E ela jamais fez nada. Porque a lei “tem de ser igual, etc…”
José Sarney (PMDB-AP) é dono de uma confortável casa em Brasília há muitos anos. Mas somente hoje, depois que o jornal Folha de S. Paulo noticiou o assunto, foi que ele se deu conta de que também recebia auxílio-moradia sem necessidade alguma. Pediu desculpas e prometeu reembolsar o Senado.
Ora, se Sarney devolverá o que ele mesmo admite que não deveria ter recebido, como ficarão aqueles que recebem auxílio-moradia e ocupam apartamentos do Senado que nada lhes custam?
(A propósito: quantos dos 513 deputados se encontram na mesma situação?)
Algo como 95% dos brasileiros vivem com uma renda mensal inferior a R$ 3,8 mil.
Um bando alegre de senadores não paga aluguel e ainda ganha R$ 3,8 mil mensais para morar em apartamentos do Senado.
Sarney pensa que ficará bem diante da opinião pública devolvendo a grana que não deveria ter recebido, que jamais notara que recebia.
Em fevereiro passado quando se descobriu que o Senado pagara alguns milhões de reais a título de hora extra trabalhada para mais de 3 mil servidores que haviam folgado durante o recesso de fim de ano, Sarney teve atitude parecida com a de hoje.
Mandou descontar do salário dos funcionários do seu gabinete o que eles haviam recebido indevidamente. Deve ter achado que com isso ficaria bem na foto.
Até teria ficado se ele fosse apenas um senador. Mas Sarney é o presidente do Senado. Sua responsabilidade é maior do que a dos seus pares. Suas atribuições, também. Igualmente seus privilégios.
Se ele julga errado ser dono de imóvel em Brasília e ter direito a auxílio-moradia, proponha acabar com o auxílio-moradia para senador dono de imóvel em Brasília ou ocupante de apartamento funcional.
Se a proposta for rejeitada pela maioria dos seus colegas de direção do Senado, ele poderá submetê-la a voto em plenário. Se mesmo aí ela for derrotada, bem… Aí Sarney ficará bem na foto.
Ficaria até melhor se aproveitasse a ocasião para renunciar à presidência do Senado diante do fracasso do seu empenho em tentar moralizá-lo.
Sarney e mais 3 recebiam ‘bolsa moradia’ sem saber
Josias de Souza
A cena, por ficcional, pede uma analogia literária. Recorra-se, então, à frase de um personagem de Dostoievski: “Se Deus não existe, tudo é permitido”.
Descobriu-se que a Viúva vinha pagando indevidamente a quatro senadores um auxílio-moradia. Coisa de R$ 3.800 por mês.
Entre os infratores estava José Sarney (PMDB-AP), o presidente do Senado. Mora em casa própria. Uma solarenga mansão no Lago Sul, bairro chique de Brasília.
Além de Sarney, beliscavam indevidamente o benefício o petista João Pedro (AM), o tucano Cícero Lucena (PB) e o ‘demo’ Gilberto Gollner (MT).
A trinca dispõe de confortáveis apartamentos funcionais, custeados pela vulnerável e veneranda $enhora.
Na última terça (26), inquirido sobre o inacreditável, Sarney soara peremptório. Disse que “nunca” recebera o auxílio-moradia.
Nesta quinta (28), Sarney viu-se compelido a reconhecer o inaceitável: “Eu nunca pedi auxílio…”
“…Por um equívoco, a partir do meio de 2008, verificaram que realmente estavam depositando na minha conta…”
“…Mas eu já mandei dizer que retirassem porque nunca requeri e tinha a impressão que não estava recebendo. Eu dei uma informação errada e peço desculpas”.
Em verdade, o famigerado auxílio vinha pingando –inadvertidamente— na conta de Sarney desde maio de 2007. Tudo somado, chega-se a R$ 79.800.
Sarney, que nada viu, promete devolver. Reunida nesta quinta, a Mesa diretoria do Senado decidiu que também os outros três terão de devolver o malversado.
Houve má fé? Não, não. Absolutamente. Entendeu-se que João Pedro, Cícero Lucena e Gilberto Gollner não incorreram em malfeito.
Deus, como se sabe, existe. Mas parece óbvio que Ele não está em toda parte. No Senado, quem dá as cartas é Asmodeu.
Ali, a dissimulação é o mais próximo que o homem se permite chegar da
quarta-feira, 27 de maio de 2009

Para que assistiu pela TV, foi hilário ver o esforço que fazia o secretário de saúde e governador de fato Ricardo Murad, para aparecer ao lado do ministro da saúde José Gomes Temporão, durante solenidade realizada na segunda-feira no Paláci dos Leões.
Num determinado momento, ao perceber que a TV mirante iria entrevistar o ministro, Ricardo imediatamente correu para se posicionar bem atrais, como um autentico “Papagaio de Pirata”, mas para seu desespero, e por ser bem mais alto que o ministro, no momento da fala só era possível ver o tronco do “governador de fato”.
Na guerra que travam em sí, dessa vez o vice-governador biônico João Alberto se deu melhor, pois se posicionou estrategicamente bem ao lado da governadora Roseana Sarney durante a solenidade, conseguindo pelo menos dessa vez, aparecer bem mais que o espaçoso secretário de saúde.
Enquanto Ricardo Murad e João Alberto brigam para ver quem manda mais, a população dos municípios atingidos pelas enchentes continua esperando por uma ajuda efetiva do governo estadual, que até o momento nada fez por milhares de flagelados que perderam tudo que conseguiram ao longo de suas vidas com muito trabalho e dignidade.
GOVERNO ESQUIZOFRÊNICO

Antes de sair para operar sua cabeça, (retirar um aneurisma), a governadora biônica mandou um recado para o vice João Alberto: Você vai assumir, mas quem vai mandar é o ex-metropolitano… Que terá a incumbência de construir vários hospitais no Estado.
Seria uma ótima noticia, mas vamos aos fatos:
Roseana não quer construir hospitais coisissíma nenhuma, se fosse verdade, por que ela confiscou o dinheiro deixado (R$ 350 milhões) da gestão passada que era para a construção de hospitais em todo o Estado? Que inclusive causou protestos ontem na Assembléia Legislativa. O deputado Vitor Mendes, que é da base aliada do governo biônico, criticou veemente a infeliz atitude da governadora.
Programa Silva Rocha:
Hoje assistindo o programa patrulha policial, o jornalista Silva Rocha fez um apelo emocionante ao vivo, tudo para que Ricardo Murad, que é seu amigo, se sensibilize e “libere” o remédio urgentemente!!!!!!!!!!!!!!!!
Faltam remédios:
Nunca mais tinha faltado remédio, mas agora, após um mês, o medicamento para tratamento da esquizofrenia sumiu. O pior, é que não é apenas a droga ZYPREXA, outros medicamentos “sumiram”, mas enquanto isso, o ex-gerente metropolitano Ricardo Murad está “pintando o sete” na Secretaria de Saúde. Já viram a fachada do prédio da Saúde ao lado da sede da OAB?
Em qualquer lugar do mundo, a cor branca (que representa limpeza), é a cor representada pelos serviços de SAÚDE, alguém já viu um médico vestido de amarelo, azul, vermelho, e demais cores do governo do baralho?
Duas coisas, ou é só de fachada esse governo, ou o ex-gerente metropolitano está vendo tudo colorido, quando a realidade do Maranhão está cada vez mais PRETA. Interna ele!!!
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